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Educadores de Belo Horizonte refletem sobre a Maternidade de Maria em Paula
e o Espírito de Família Amoris Laetitia!  

publicado em 14.5.21
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Reunidos no dia 11 de maio, a Comunidade Educativa de Belo Horizonte refletiu, neste mês Mariano, sobre a intimidade de Paula com Nossa Senhora e os reflexos desta relação em sua Maternidade Espiritual e no Ideário de Educação Doroteia. A formação foi realizada em três momentos:

1º Momento:

Situamos Paula Frassinetti na religiosidade marial presente em Gênova desde o século XV, tendo como referências os Santuários de Nossa Senhora da Guarda e da Madonnetta. Vimos que a consagração de Paula, ainda na infância, e a perda repentina da mãe, em 1819, foram os fomentos para sua proximidade e relação filial com a Mãe de Jesus. Ao longo de sua vida, Paula foi externalizando momentos específicos de uma rica e madura devoção com Nossa Senhora.

Em 1837, Paula escolhe o dia de Nossa Senhora das Dores para o dia de sua vestição do hábito preto. A partir dali, a Mãe das Dores passa a ser uma referência para o Instituto e, por isso, Paula traz sempre em sua mesa de trabalhos uma imagem desta invocação da Mãe do seu Senhor.  Em 1842, Paula visita com devoção a Santa Casa de Loreto, local de peregrinação e de grande devoção à Mãe de Jesus. Ali, Paula deposita no colo de Nossa Senhora os rumos do seu Instituto e reza com devoção pelo seu pai e irmãos. Ela voltará a Loreto ainda duas vezes durante a vida.

Em 1854, com o envolvimento de Paula com o dogma da Imaculada da Conceição, fica explícita a fidelidade e o amor da Congregação para com a caminhada evangelizadora da Igreja.  Ao mandar erguer uma imagem da Imaculada Conceição no Jardim de Santo Onofre e dedicar a capela a esta devoção, Paula sinaliza para todo o Instituto o zelo pela Igreja.

No ano de 1875, ao fazer a tão sacrificante viagem a Portugal para tratar de questões delicadas da missão naquele país e também no Brasil, Paula tem a oportunidade de visitar por duas vezes o santuário de Lourdes em Lisieux e, ali, depositar aos pés da Mãe de Jesus os rumos do seu Instituto. E em 1882, ao dedicar aquele ano ao Sagrado Coração de Maria, Paula tem a graça de festejar a Mãe de Jesus, apenas 10 dias antes do seu passamento e volta definitiva ao Pai.  

 

2º Momento:

Após este apanhado histórico, dedicamo-nos a extrair os reflexos da Maternidade Espiritual de Paula Frassinetti, em seu Jeito Doroteano de evangelizar pela Educação. De Nossa Senhora, Paula deixou-nos a bondade e a ternura, a suavidade e a firmeza, a doçura nas palavras e no trato, a presença vigilante e discreta, além da prerrogativa do imprescindível Espírito de Família.  

3º Momento:

Neste ano de 2021, a encíclica Amoris Laetitia do Papa Francisco, sobre a Alegria do Amor na Família, completa cinco anos de publicação e o Papa propôs o ano da Família. A maternidade e o espírito de família nos situam na exortação apostólica de Francisco e nos compelem ao fomento evangelizador de manutenção do valor dos laços familiares, sobretudo, nestes tempos de Pandemia e Isolamento Social. Encerramos a formação com uma homenagem honrosa a Nossa Senhora e a todas as Mães de nossa Comunidade Educativa. Ouvimos depoimentos de muitas mães educadoras sobre a dor e a delícia de tornar-se Mãe.


 

 
 
 


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